No final da manhã de quarta-feira (13), foi apresentado na delegacia de Santa Cruz do Capibaribe um homem suspeito de ter estuprado a própria filha, uma criança de cinco anos.
De acordo com as informações, a criança, que estuda em um dos centros educacionais do município, foi vista por uma das professoras com um sangramento vaginal. Ela ia ao banheiro, não conseguia fazer suas necessidades e tinha a calcinha suja de sangue.
Ao ter conversado com a criança, a menina teria relatado detalhes de como teriam sido os abusos. De posse das informações, os policiais foram acionados e foram até a residência dos familiares e prenderam Jordão de Moura Arruda (23 anos).
Segundo o tenente Olivaldo, da Polícia Militar, ao conversar com a criança, relatos também atestavam que houveram os abusos. O Conselho Tutelar foi acionado e a criança foi, então, levada a uma psicóloga e, de acordo com relatos da profissional de saúde, evidências atestariam que os abusos sexuais foram cometidos.
O depoimento da psicóloga foi anexado ao inquérito policial.
“Até parece que ele já sabia do que se tratava.” – diz policial antes de questionar o pai do porque ele ser preso.
O tenente Olivaldo falou sobre como agiu o suspeito ao saber que seria preso. De acordo com ele, Jordão não teria sido comunicado do porque seria levado pelos policiais, mas mostrava indícios de que sabia o motivo.
“O pai, pelo que nós conhecemos, é um homem frio. Não mostra nenhum arrependimento, mostra frieza totalmente.
Ao ver o policiamento, ele dizia “Pode fazer o laudo”. Até parece que ele já sabia o que nós estávamos tratando quando indagamos ele.
Até parece que ele já sabia do que se tratava. Ninguém falou nada e ele dizia: “Pode fazer o que quiser na criança”. Isso é um forte indício de que ele sabia o que estava acontecendo.” – disse o policial.
Fonte: Blog do Ney Lima.
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